segunda-feira, 22 de abril de 2019

Náo vou me Adaptar !

Acho que não sirvo mesmo para transas de uma noite, não sirvo para tirar a roupa de alguém que irá me tirar de sua vida. Talvez o problema seja eu, e, não me adapto com a ideia de consumir alguém e descartar, sem pensar no amanhã, sem pensar nos sentimentos. Acho que não sirvo para manter contatos diferentes, com pessoas diferentes, com o vazio igual. Nasci na época errada. E sempre espero que alguém que durma comigo, também possa sonhar ao meu lado. Talvez eu seja um tolo, talvez eu seja ingênuo, mas eu não quero atualizar o meu coração para que nele caiba sexo e não  amor.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Menina Mulher

Mulher e garota ao mesmo tempo, tem a ambição e a garra de uma mulher resolvida e o sorriso e o brilho no olhar de uma criança inocente. É teimosa como uma criança, mas tem o pensamento crítico de uma mulher… Uma mistura interessante de adulta e criança. Me encanta com isso!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Contém Amor

Eu quero um amor simples, sem muita gritaria, nem a necessidade de postar a cada 10 minutos que tenho alguém. 
Eu quero um amor tranquilo, onde possamos sentar e conversar sobre o que não se encaixa, ao invés de fazer joguinhos emocionais e disputar no fim quem está mais ferido.
Eu quero um amor sereno, daqueles que a gente pode sentar em um sofá num sábado a noite e pegar pipoca, sorvete e chocolate para assistir qualquer coisa legal, sem a sensação de estar perdendo tempo. 
Eu quero um amor real, longe de qualquer perfeição, com seus erros, para consertarmos juntos, com seus medos para confiarmos juntos, porque amor é amor, o resto é gritaria desnecessária.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Dar e Receber


Sou a favor da mutualidade
Não sei dar afeto pra quem não me dá nada em troca
Essa coisa de " fazer o bem sem olhar a quem" não mexe muito comigo
Faço bem a quem me faz bem, amor e quem dá...
e para quem não dá...sou apenas um estranho
Mas cada um tem sua escolha
E a minha já foi feita:
A estrada deve ser uma via de mão dupla, como se fosse via de mão única!
Pois sou fã de pessoas que sabem retribuir meus atos.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Te Baguncei


Eu queria te bagunçar, sim. Mas a bagunça que eu buscava envolvia só cabelos desarrumados, roupas amassadas, lençóis pelo chão. Era essa bagunça que eu queria e não a que eu causei.
Desculpa pelo amor sem medidas que você me deu. Eu não tinha a quantia necessária para retribuir de forma justa, mas achei que conseguiria alcançar algo semelhante um dia. Por isso deixei acontecer. O que eu não percebi é que, quanto mais eu permitia, menos eu sentia. No fim, não era amor… É que você me fazia um bem danado pra eu abrir mão tão fácil.
Desculpa o meu egoísmo filho da puta. Acredite, eu me odeio por saber que te baguncei nesse tanto. Eu te vejo sem saber o que fazer agora, já que joguei todos os nossos planos fora. Eu os quis, sabe? De verdade. 
Aguentar o peso do seu coração nas minhas mãos não é fácil. Eu queria que você voltasse a sorrir como antes. E quero muito que você não tenha medo de amar assim de novo. Ame! Eu é que sou o problema – por mais clichê que isso possa parecer. Você ama bem. Ama de verdade e isso é tão raro hoje em dia. Eu sou prova disso… Você deu azar ao me escolher.
Se eu pudesse, voltaria no tempo. Passaria reto por você naquele local que a gente se conheceu. Não teria te passado o meu número nem teria aceito o seu convite para a semana seguinte. Não teria deixado você se apaixonar por mim. Não teria te machucado. 
Não teria sido eu.

Quantas curtidas esse texto merece ?

Não sei se eu que estou muito errado, mas nada disso faz sentido para mim.
Existe uma ânsia de demonstrar ser, mais do que realmente ser. Pessoas tiram fotos com copos e sorrisos falsos, enquanto a balada estava quente, insuportável e lotada. Mas o mundo acha que foi bom e isso basta. Aquele sorriso diz aos outros “olha como eu me divirto!”. Mesmo que no fundo nada disso seja real.
Existe uma necessidade invisível de mostrar ao mundo que cada um está vivendo o relacionamento mais perfeito da vida. “Olhem, pessoas, como meu relacionamento é um conto de fadas. Sou uma princesa, esse é meu príncipe e vamos viver felizes para sempre – postando fotos e frases apaixonadas para vocês morrerem de inveja do nosso amor.”
Esse jogo de “ser e aparentar ser” não tem vencedores. Todos são perdedores: perdemos tempo tirando fotos para os outros verem, perdemos a beleza do momento que passa enquanto procuramos o melhor filtro do Instagram para registrá-lo, perdemos chances de olhar nos olhos e dizer “você está lindo(a)!” enquanto digitamos isso em nossos smartphones.
Confesso que não tenho fotos que registrem os melhores momentos da minha vida. Simplesmente porque nos momentos mais felizes de nossas vidas, não nos preocupamos com o que os outros vão achar, não pensamos onde está o celular. Pensamos em curtir (de verdade, não clicando em um botão) cada instante, pois sabemos que não há foto nem nada nesse mundo que possa trazer de volta o AGORA, o instante que passa.
Não, não precisa curtir meus textos, minhas fotos, minha vida no story. Não precisa curtir nada. Prefiro que venha viver os melhores momentos da minha vida comigo. Sem fotos mas com toda a felicidade a que temos direito. Não precisa elogiar nos comentários, elogie olhando nos olhos, é tão mais gostoso. Não precisa compartilhar meus textos, compartilhe sua vida comigo, cada minuto é de inestimável valor.
Não precisa curtir nada nessas vitrines de vaidades que são as redes sociais. Curta a vida. Com todos os seus sentidos, com toda emoção. O tempo não para. O tempo não volta. O tempo é o bem mais precioso de nossas vidas. 
De que maneira você tem curtido sua vida?

domingo, 30 de dezembro de 2018

Atalhos

Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 32 anos. Ou 40. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.
Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Exceto no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.
Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.
O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.
A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação...atalho.