quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Não seja sincero: seja honesto

Poucas coisas podem ser mais honestas do que saber a hora de engolir em silêncio sua sinceridade.
Sinceridade é coisa de criança de seis anos que chama a tia de gorda.
Honestidade é coisa de adulto que sabe que palavras têm consequências e as pessoas, sentimentos.
Sinceridade é dizer pra recepcionista que o penteado dela está horrível.
Honestidade é ficar quieto. Mesmo se ela te perguntar. Você não tem nada a ver com isso. Você não é o fiscal dos penteados ruins do mundo.
Quase sempre, nessa nossa vida gregária, o mais honesto é não ser sincero.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O mal é a falta de empatia

Não sou religioso. Não acredito em metafísica.
O mal existe apenas como um comportamento humano. O mal é um contínuo de ações no qual podemos nos mover de um extremo a outro e, até mesmo, sair.
O mal é a falta de empatia. O mal são os olhos cegos e os ouvidos moucos. O mal é a desatenção e o auto-centramento. O mal é aquilo que sinceramente não te ocorre, que realmente não enxergou, que jura que não ouviu, que não sabe como foi esquecer.
O que é um batedor de carteiras comparado ao honesto pai de família que não enxerga nada a sua volta? Que não vê sua esposa insatisfeita e desesperada, seus filhos confusos e autodestrutivos, seu sócio abrindo a garrafa de uísque cada vez mais cedo?
O mal não é puxar a Anne Frank do sótão: o mal é cruzar todo dia pelo seu porteiro com o braço engessado e nunca perguntar, nunca se preocupar, nunca nem reparar.
O mal não é ser dono de uma fazenda com duzentos escravos: o mal é ser contra uma nova estação do metrô porque vai destruir as arvorezinhas da sua praça e nunca te ocorrer das centenas de milhares de trabalhadores que não têm carro, passam horas e horas em ônibus e terão suas vidas significativamente melhoradas por uma nova estação.
O mal não é a Estrela da Morte explodir Aldebarã: o mal é você relaxar do seu longo dia de trabalho curtindo um filme, depois de um belo jantar feito pela sua irmã, e nunca lhe passar pela cabeça que ela teve um dia igualmente longo de trabalho, ainda por cima fez o jantar e agora está sozinha tirando a mesa e lavando a louça, e ainda perdendo a chance de ver o filme!
O mal é a falta de atenção
Você, já na defensiva ao ler um texto tão moralista, responde:
“Perdão, eu sou tão distraído, estou com a cabeça cheia de coisa, não lembrei mesmo…”
Mas a “distração” que te faz esquecer não é o que te justifica, entende? É o que te condena!
Você não é uma pessoa boa que tem péssima memória e é muito distraída. Sua péssima memória e sua extrema distração são sintomas de seu profundo desinteresse por tudo que não diga respeito a você.
Duvido que esqueça os nomes dos vice-presidentes da empresa que vão decidir sua próxima promoção. Duvido que esqueça o endereço daquela loira gostosa que te deu mole na praia.
Você esquece é de lavar louça (“puxa, fiquei aqui distraído do filme, esqueci totalmente da louça, agora ela já lavou, amanhã ajudo!”). Você esquece é de assinar o livro de ouro dos porteiros (“putz, com essa correria de natal, nem lembrei, mas tudo bem, ano que vem dou em dobro!”).
É muito fácil nos absolvermos. Em nossa cabeça, somos sempre os protagonistas do filme da nossa vida. Tudo o que fazemos é sempre justificado.
Se dirigimos perigosamente e alguém nos xinga, ainda nos achamos no direito de ficar chateados ou revoltados:
“Porra, ele não vê que estou com pressa? Respeito as leis do trânsito todo dia, mas hoje tenho aquela reunião importantíssima!”
Não interessa o que seja: ou fizemos o certo (e o mundo tem que ver reconhecer e nos premiar, senão é muita injustiça) ou fizemos o errado, mas por um motivo totalmente válido (e o mundo tem que reconhecer e nos entender, senão é muita injustiça).
O que estou propondo é o oposto: qualquer comportamento seu que precise ser justificado ou racionalizado já está por definição errado.
Mais ainda: talvez você não seja uma pessoa boa.
Já pensou nisso?
Então, o que é ser bom?
Um exemplo.
Lavar metade da louça junto com a sua irmã (pois lhe seria intolerável sentar pra ver um filme sabendo que ela está lavando toda a louça sozinha) significa sim perder cinco minutos do filme, mas você não conseguiria viver consigo mesmo sendo o tipo de pessoa que não faria isso.
(Aliás, bróder mesmo é quem vai na minha casa e lava a louça. O resto é visita.)
Porém, o exemplo acima não é um exemplo de “ser bom”, mas simplesmente de “não ser escroto” – duas coisas radicalmente diferentes.
Parte do problema é esse: estamos tão pouco acostumados a fazer o que tem que ser feito que ficamos até orgulhosos.
Parece até que lavar a louça ou ir malhar na academia são grandes conquistas. Que não são coisas que fazemos para nós mesmos, para cuidar de nosso corpo e de nosso espaço.
Ser bom não é somente limpar o próprio cu. Isso apenas te impede de incomodar os outros com seu cheiro de merda.
O que vocês vão fazer com essas palavras
Algumas pessoas leem textos como esse e ficam indignados. Pensam que me considero melhor que eles. Que me acho santo. Que estou lhes dizendo o que fazer.
Não percebem que o dedo que aponto é na direção da minha própria cara. Quem precisa lavar mais a louça sou eu.
Do alto do meu galopante egocentrismo, estou sempre escrevendo só pra mim. Repetindo as coisas que eu preciso ouvir. Tentando me tornar menos pior.
Mas, na verdade, que importa se sou um santo ou um hipócrita? Um cagador de regras ou um vaidoso egoísta? Faz diferença?
Sou irrelevante.
Já minhas palavras, essas podem ser relevantes ou não, dependendo de quem as lê e do que fazem com ela.
Eu sou um fingidor, mas vocês não precisam ser.
O mal não é uma condição imanente, existencial, metafísica. O mal é um comportamento.
Então, basta começar a lavar a louça. Um dia de cada vez.

ALEX CASTRO

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Vacina de Ano Novo.

Muitos me desejaram paz e amor em 2013. Mas havendo amor, haverá paz? Amor é o contrario radioso dela. É inquietação, agitação, vontade de absorver o objeto amado, temor de perdê-lo, sentimento de não merecê-lo, ânsia de dominá-lo, masoquismo de ser dominado por ele, dor de não o haver conhecido antes, dor de não ocupar seu pensamento 24 horas por dia, e mais dias a pedir ao dia para ocupá-lo, brasa de imaginá-lo menos preso a mim do que eu a ele, desespero de o não guardar no bolso, junto ao coração, ou fisicamente dentro deste, como sangue a circular eternamente e eternamente o mesmo. Amor é isso e mais alguma triste coisa. E a tristeza incurável do tempo não passa fora de nós, passa é dentro e na pele marcada da gente, lembrando que eternidade é ilusão de minutos e o ato de amor deste momento já ficou mergulhado em ter sido. Amor é paz?

sábado, 8 de dezembro de 2012

A Punheta Salva Vidas

O ritual popular mais praticado em todas as tribos e culturas, também conhecido como bronha, cinco contra um .....etc, tem a importância muito subestimada pela cultura moderna e este texto mostrará o motivo pelo qual a brincadeira solitária com o “Senhor Pau”, pode sim salvar vidas, relacionamentos e coisas que nem imaginaria antes desta análise profunda.
Para ilustrar o heroísmo da punheta, contarei aqui três situações comuns e deixarei que escolham a melhor alternativa para sair dessas roubadas:

Punheta Salvadora de Relacionamento

 Um homem casado, bem sucedido, com três filhos, casa própria e labrador babão, neste exato momento encontra-se diante, ou melhor, atrás de uma secretária devassa, de 26 anos e coxas tentadoras. Ela veste uma meia 7/8 e agora se apoia na mesa formando um irresistível ângulo de 30°. E de forma indutora, quase imperativa, ela clama por um adultério em plena segunda-feira. O que o homem deve fazer?
A (  ) – Ele deve ceder aos desejos da carne, devorar e sodomizar a oferecida secretária, correndo o risco de ser descoberto pela mulher, fato que consequentemente geraria um traumático divórcio e causaria a perda da guarda dos filhos e do cão, obrigando-o  arrumar um emprego extra para pagar a pensão e, por fim,  tornar-se um arrependido alcoólatra com garrafa no clube do uísque num puteiro. Sem contar os honorários que ele deixará na conta de algum advogado mercenário.
B (  ) – Ele deve pedir licença, ir ao banheiro, ligar a torneira e recorrer à punheta.

Punheta Salvadora de Vida

Ele é um fotógrafo e neste momento está cobrindo mais uma guerra infeliz em Israel. Entre uma foto de escombros e outra de um soldado sem perna, ele conhece uma linda jornalista italiana e ela o convida para um sexo sem compromisso, às 22h, no hotel no qual a hospeda, porém esse está localizado em uma região com extremo risco de bombardeio. O que o fotógrafo deve fazer?
A (  ) – Ele deve ouvir os conselhos irresponsáveis do pau, se achar o Chuck Norris, arriscando atravessar a cidade toda, agora em chamas, correndo o risco de terminar em migalhas e em cima da mina errada.
B (  ) – Já no banho que precederia o encontro, ele deve arriscar umas ensaboadas a mais no pau e acabar batendo uma higiênica punheta. Nesse caso, ele provavelmente acabaria debaixo da cama tremendo de medo das bombas, urinaria três vezes nas calças e decidiria virar fotógrafo de casamentos.

Punheta Salvadora de Dinheiro

Ele tem o mesmo emprego infeliz há 15 anos e vive com o dinheiro contado. Hoje, pagará a trigésima-quarta parcela do carro e a centésima-segunda parcela do apartamento, que mais parece uma gaiola de tão minúsculo. A noite está quente e ele com aquele tesão reprimido aceita o convite de um amigo para fazer uma visitinha ao puteiro. Ele sai de casa decidido a não gastar nada, apenas quer admirar um pouco de pole dance e ver umas bundinhas oferecidas, mas lá, depois de alguns muitos copos de uísque, ele é surpreendido por gêmeas suecas que lhe propõe um ménage. O que ele deve fazer?
A (  ) – Ele deve dizer não e deixar que a gêmea da esquerda coloque a mão na coxa dele. Ele deve dizer não e deixar que a gêmea da direita coloque a mão no joelho dele. Ele deve dizer não e deixar que as duas agora subam as mãos simultaneamente rumo ao pau dele, que agora comporta todo o sangue do corpo. Nesse ponto, até um monge diria sim, divertiria-se, beberia champanhe e sentiria-se vivo como o Keith Richards e, no final, com o saco murcho e com dor no coração, veria a conta girar em torno de R$ 7.800,00, perderia uma lágrima e diria: “No crédito, por favor”.
B (  ) – Após o convite para o ménage, ele deve se levantar correndo do sofá e aplicar uma voadora no segurança com cara de mais assassino, e depois de ser triturado pela fera e ser expulso do local, ele poderia usar o braço que não teve fratura exposta para bater uma punheta, ou melhor, duas, e evitar que um rombo violento proceda na suada conta bancária.

Acredita em mim agora? Entendeu o porquê, muitas vezes, a punheta é a melhor alternativa? Peço permissão aos prováveis punheteiros e falecidos inventores da Teoria do Caos, para simplificá-la na seguinte frase: “Algo tão pequeno como a punheta pode evitar um tufão do outro lado do mundo”.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A ignorância é uma benção


Reação típica da maioria dos homens que leram esse blog pela primeira vez:
O homem que não conhece a natureza da mulher não consegue perceber que a vida toda foi manipulado, roubado e muitas vezes humilhado, mas a verdade é que a ignorância diminui o sofrimento daqueles que tem uma mente fraca e torna a vida desses homens mais suportável.
Somente pequena parte dos homens são realmente capazes de compreender exatamente como as coisas funcionam e não me refiro apenas a estudar a mente feminina já que sair da matrix e muito mais do que isso.
Para mudar a sua vida você precisa mudar quase todos os seus conceitos sobre o mundo e principalmente aquilo que você acredita sobre as mulheres, não que vai precisar se transformar em um monge, mas necessariamente vai precisar mudar algumas coisas em sua vida.


Mas tudo na vida tem tanto fatores positivos como negativos, ao começar a estudar a mente feminina, o homem retira as escamas que estão em seus olhos e passa a enxergar a verdadeira face das mulheres e também dos homens!
Isso também tem um lado negativo e só sabe disso aquele que realmente estudou a mente humana.
Quando você passa a enxergar as coisas como elas são de fato, você acaba ficando mais “chato” e isso ocorre porque você perdeu a inocência, ou se preferir, deixou de ser um ignorante.

Voce já sabe o porque de cada atitude tanto dos homens como das mulheres e com isso pode eventualmente tentar se transformar em um “justiceiro” que a todo momento tenta desmascarar as mulheres e sua mentiras infinitas.
Mas fazer isso no seu dia a dia e inútil e só vai prejudicar você porque a lavagem cerebral que as mulheres e os seus amigos sofreram é tamanha, que você pode até acabar sendo acusado de ser um “doido” e muitas vezes pode ser acusado de misóginia, porque nos dias atuais a palavra de uma mulher vale mais do que a palavra de mil homens.

A maior prova disso são os recentes casos de mulheres em varias partes do mundo que assassinaram friamente seus companheiros e foram libertadas pela “justiça” obviamente se essas mulheres fossem homens, teriam sido condenadas mesmo se a quantidade de provas do crime fossem menores.
Qualquer homem que faça qualquer comentário que não seja um elogio a uma mulher hoje se torna imediatamente alvo de críticas fortíssimas, e não somente das mulheres mas principalmente dos próprios homens.
O sistema transformou a grande maioria dos homens em zumbis e esses não pensam duas vezes em sair em defesa de uma mulher, mesmo se ela estiver errada.

No “mundo” virtual isso é ainda mais comum, alguns são tão ridículos e sem noção que ao fim da discussão acreditando que tem alguma chance de conseguir sexo real ou virtual acabam pedindo o msn da mulher que esta sendo “vitima” de um homem “machista” e “opressor”, na maioria das vezes essa mulher atende ao pedido do mangina (Man em inglês+vagina, expressão criada nos EUA e que quer dizer que o homem vive em função da mulher) só para passar um recado aos outros homens e o recado nessa hora é:
“Seja obediente, faça tudo o que eu ordeno e nunca me questione e assim vai poder ter a minha atenção e o que eu tenho entre as pernas” e o cara que se recusou a lamber o chão que ela passa acaba saindo como um derrotado, um “pega-ninguém” ou um “viado 

Mas na realidade o grande vitorioso é exatamente o homem que não é escravo da mulher, esse será livre e se souber levar a própria vida sera muito mais feliz do que os capachos que tiraram sarro dele para defender a “honra” da mulher atual que como nos sabemos é um ser puro e angelical (só na mente dos otários óbvio).
Ao conhecer a “real” você irá mudar e vai conhecer um mundo até então desconhecido pra você.
Não prometo que você vai gostar do que você vai passar a saber, mas prometo que depois de um ano lendo, discutindo e observando o comportamento das mulheres, você só vai ser enganado e fazer papel de otário novamente se você quiser.


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Tem Alguém Fazendo Escolhas Por Você.

Aí, dentro de você, mora mais alguém. Calma, não tô falando de lombriga nem tênia. Estou falando de um outro bichinho que ganhou vida desde a primeira vez em que, ainda no hospital, você chorou e sua mãe te pegou no colo com aquele calorzinho bom. E depois também quando você ficou roxo de gritar porque não queria aquela papinha de espinafre e seu pai foi lá e fez a sua preferida, de mandioquinha. E depois na escolinha quando o coleguinha tomou seu boneco da sua mão e a professora, alarmada com seus gritos, foi lá, tomou dele e entregou de volta pra você. Não foi sua culpa, mas todas essas atitudes são filet mignon pra esse bichinho que habita você, eu, a vizinha gostosa, o cara da mesa ao lado e todos os outros meros mortais: o ego.
Desde pequeno, seu cérebro foi condicionado a pensar que você era o reizinho do mundo, afinal, bastava abrir o berreiro para que um monte de gente viesse satisfazer suas vontades. Estudos mostram que a fase mais crítica na vida de qualquer pessoa é até os 4 anos – nesse período a criança é como uma esponja e tudo o que ela absorve se cristaliza pro resto da vida. Ou seja, até os 4 anos de idade você teve vários motivos para pensar que a Terra girava em torno do seu umbigo, e não do Sol. Aí você cresce e descobre que seu reinado anda meio falido. Seus pais já não parecem mais seus servos, a professora da escola te trata igual aos outros 33 alunos, seu chefe não tá nem aí se você teve uma diarréia de virar do avesso noite passada – quer o relatório na mesa dele as 8 em ponto.  E então, como ex BBB que viu os minutos de fama se dissolverem por entre os dedos, você passa a vida inteira buscando ter novamente aquela sensação de que você é importante no mundo. Afinal, o bichinho do ego tem fome, e o roncar da barriga dele te força a buscar por alimento constantemente.
Dias atrás, numa feira famosa de carros, pude ter a chance de observar claramente pessoas sendo guiadas por seus egos famintos. Um monte de homem se amontoava para ver os carros que eles provavelmente nunca teriam. Os carrões desejados eram sempre acompanhados de uma das suas combinações mais clássicas do mundo – mulheres gostosas. Elas aguentavam horas e horas em cima de um salto agulha, com um sorriso estampado na cara, de tempos em tempos dando uma viradinha para permitir que os visitantes fotografassem o melhor ângulo de suas bundas e peitos. Também haviam outras mulheres no evento – aquelas que acompanhavam os namorados. Elas também olhavam pra gostosas do pedestal com aquele pingo de inveja ao constatar os olhares e o queixo caído que o marido não podia disfarçar, independente de seus esforços. Longe dessa que vos escreve querer julgar a profissão e os gostos das pessoas – mas um olhar um pouco mais observador, além da crosta do óbvio, nos permite formar raciocínios interessantes.
Tudo isso se sustenta pelo ego das pessoas, nada daquilo é verdadeiramente real. O cara fica babando pelo carro – não porque ele precisa daquilo, mas porque se imagina dentro dele e sabe dos efeitos que isso causaria nas pessoas. Vizinhos de trânsito o olhariam e pensariam “que cara foda, queria ser ele.” Pessoas automaticamente tirariam conclusão que ali dentro reinava um cara muito do rico. Isso faria com que o banco do passageiro pudesse se ocupado por mulheres gostosíssimas – daquelas que gastam todas as suas horas pra ficar bonita, porque querem justamente poder ocupar um posto daquele. E assim, instaura-se esse ciclo no quais as pessoas já não pensam mais direito, porque estão por trás da fumaça do ego.
Por falta de reflexão, o cara não para pra pensar que ele vai ter que vender sua alma pro Sr. Diabo pra conseguir aquele objeto – vai ter que estudar algo que “dá dinheiro”, vai ter que se encaixar numa profissão da qual ele muitas vezes nem gosta, vai ter que passar 80% das horas do seu dia fazendo um trabalho que ele não escolheria se não tivesse colocado o dinheiro em primeiro lugar. Quando a vida dele estiver uma verdadeira merda, ele pelo menos terá grana para impressionar as pessoas das quais ele nem gosta. Mas o carro caro o eleva a um status desejável por muita gente – as pessoas o olham mais, o admiram mais, se aproximam mais dele, atendem suas vontades. Ele, finalmente se sente como aquela criança que detinha o poder de derramar uma lágrima e ser atendido por todos. Ele, finalmente, se sente amado.
Essa situação se repete com a mulher gostosa. Andar na rua e não receber uma cantada é um baque grande demais na vida dela. Ela quer ser desejada, admirada, aplaudida, fotografada. Quer andar no carrão do cara do parágrafo acima porque estando ali, nas entrelinhas, ela sabe que as pessoas a verão como alguém foda, que mereceu um espaço do lado do cara foda. Acontece que o que a move nessa constante batalha por atenção é mais uma vez o ego faminto. Ela é daquele tipo de mulher que, se tiver uma disfunção hormonal e engordar 10 quilos, cai de cama numa depressão profunda, porque o externo é aquilo que a sustenta. Sem as aparências, ela não sabe mais o que fazer pra ser admirada e desejada de novo.
Os exemplos acima foram usados para ilustrar uma história mas o fato é que todo mundo é tentado pelo ego. Assim como eu e você, todo mundo está tentando controlar, manipular, dominar, conquistar – por meio do dinheiro, do conhecimento, do poder, da política, da religião. Todo mundo está querendo mostrar pro resto do mundo que “eu sou o centro do mundo”. O ego, aquela casca protetora, era importante no início da vida porque a criança é indefesa, vulnerável, precisa mesmo de atenção e cuidado. Mas há que se ter muita cautela para não deixar que a casca do ego se cristalize. Quando fortalecido, o ego tomará decisões por você. Você vai passar sua vida inteira tentando, em vão, fazer com que as pessoas se rendam a você. Vai passar a vida inteira numa disputa, numa guerra. Você, por exemplo, não será capaz de amar ninguém de verdade porque, para amar de verdade, é preciso se render. O amor nos deixa mais humildes porque nos obriga a servir, em vez de sermos servidos. E talvez ele – junto com a consciência – seja um dos antídotos mais eficientes contra o ego que quer nos engolir a cada segundo.

Casal Sem Vergonha

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Macho Alpha !

        E você? Na sua matilha seu papel é apenas de um coadjuvante pulguento?
 
 -Sempre aja sem mostrar necessidade,desespero ou carência .  
 
 -Acredite sempre que mulheres existem em abundancia . 
 
 -Seja paciente. Lembre que você não é necessitado , carente ou esta desesperado. 
 
-Use o humor com equilíbrio. Não tente fazer a mulher rir a todo momento. Não banque o palhaço ou o engraçadinho. Utilize o humor apenas em momentos certos. 
 
-Não esteja sempre disponível. Seja algo raro e não abundante . Limite a sua disponibilidade. 
    
-Nunca revele seus sentimentos antes da mulher. Mantenha-se sempre como um desafio para mesma.  
 
-Trate as mulheres da mesma forma que elas te tratam. Carinho e simpatia com carinho e simpatia. Arrogância e desprezo com arrogância e desprezo. 
 
-Evite insistir e perder tempo com mulheres que nada querem com você. Para estas mulheres o melhor a fazer é se afastar. Resumindo: não dê bola para quem não lhe da bola. 
 
-Se a mulher não gostar de você, acredite que é ela quem sai perdendo. Você sempre tem outras opções, é auto suficiente. Na realidade voce nunca vai conseguir agradar a todo tipo de mulher. 
 
-Em muitos momentos as mulheres vão te testar com desprezo, virando a cara ou com arrogância. Nunca fique abalado. Apenas espere por um novo momento ou oportunidade e devolva a prova, da mesma forma . 
 
- Aja com as mulheres naturalmente sem ter expectativas ou esperar algo em troca . Seja social apenas para ser social e nada mais. 
 
- Não tente resolver os problemas da mulher. Não fique dando conselhos para a mesma. Não seja o amigo terapeuta. 
 
-Tenha sempre alguma coisa para se diferenciar de outros homens. Um físico musculoso, um bonito carro, roupas estilosas, uma habilidade, etc. Algo que faça você se destacar. 
 
- Na sedução você precisa ser paciente . Não espere por resultados imediatos. Não pense que você vai conseguir derrubar uma arvore, com apenas uma machadada. 
 
-Comece a praticar e adotar as novas atitudes. Se você continuar com as mesmas atitudes, vai continuar com os mesmos resultados.